Todo o conhecimento do mundo é insuficiente para expressar o conjunto dos nossos juízos perante as verdades do universo. Somos deuses transvestidos de titãs, lutando pela causa errada, esbravejando princípios antiquados, em lugares que não nos pertencem. Concomitante somos formigas arrogantes, instigando dúvidas vulgares, respondendo questões elementares, em seara que não nos convém. Matutos que somos, porém, vemos o fim do túnel com uma condescendência que surpreende até profetas. Só que à frente o incerto predomina. A casualidade nos faz desdenhar valores incomensuráveis outrora para nós imutáveis. Muito mais precoces que noticiam. Muito mais patéticos que parecemos. E no sagrado ínterim, quando temos escolhas, parecemos preferir os círculos aristocráticos das amizades redundantes ao invés de verdadeiras tertúlias dipsomaníacas, que de tanto instigar-nos ao suicídio de renunciar princípios inalienáveis, faz-nos preferir trocar de amigos a deixar o coração sobreviver. Pasmem, a unidad...