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Mostrando postagens de julho, 2008

Desatino

O sentimento desentranhado Leva-nos a perceber O vão e a displicência Do bem amado. Quando não se gostava O tato remediava o fato. Mas agora, quando se gosta Época de mimetismo e amor O empenho denota o vão E a simples equiparação Causa tristeza irremediável. Logo pensamos: será que há Gente como a gente? Reconheçamos-nos, ao menos Nos píncaros da latência Para que nossa deficiência Liberte-se em aliteração E some todos os anseios Aos sonhos do outro coração. Rodrigo Sluminsky +++ Etecetera O Guardador de Rebanhos , Alberto Caeeiro